No final do mês passado, uma das atrizes do filme
Avatar, Sigourney Weaver, liderou um protesto em Nova Iorque
contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, que será
erguida no curso do Rio Xingu, na Amazônia. Este assunto de
repercussão internacional vem causando protestos desde a criação
do projeto, mas o governo e alguns especialistas defendem a
importância do empreendimento.
O leilão para a construção da usina foi vencido
pelo consórcio de empresas Norte Energia, liderado pela construtora
Queiroz Galvão e pela Companhia Hidroelétrica do São Francisco
(Chesf). Com um orçamento de 19 bilhões, eles ficarão responsáveis
por erguer a terceira maior hidrelétrica do mundo. A energia gerada
vai beneficiar cerca de 26 milhões de brasileiros.
Embora o Ibama tenha concedido uma licença para a
construção da usina, os ambientalistas dizem que o empreendimento
trará impactos negativos ao meio ambiente. O projeto é polêmico
também por afetar áreas indígenas. Em maio de 2008, um funcionário
da Eletrobrás foi ferido durante um encontro com índios para
discutir sobre a usina.
A Hidrelétrica de Belo Monte certamente estará
presente em alguns vestibulares. A proposta deste mês é elaborar um
texto de 20 a 30 linhas com o tema no qual exponha suas idéias e
opiniões sobre “A construção da Usina de Belo Monte”.
A redação pode ser de forma dissertativa ou carta argumentava.
Proposta 1 – Dissertação:
Quem optar pela primeira proposta deverá escrever uma redação dissertativa na qual esteja expresso o seu ponto de vista sobre o tema. O texto deve analisar o contexto, dados e fatos.
Quem optar pela primeira proposta deverá escrever uma redação dissertativa na qual esteja expresso o seu ponto de vista sobre o tema. O texto deve analisar o contexto, dados e fatos.
Quer saber o que é uma dissertação. Clique aqui: http://www.brasilescola.com/redacao/dissertacao.htm
Proposta 2 – Carta Argumentativa:
Aquele que escolher esta indicação deverá escrever uma carta para qualquer personagem que envolve a construção da usina. Pode ser o presidente da república, o Ibama, o consórcio vencedor do leilão...você decide. A carta deve persuadir o destinatário através do seu ponto de vista.
Aquele que escolher esta indicação deverá escrever uma carta para qualquer personagem que envolve a construção da usina. Pode ser o presidente da república, o Ibama, o consórcio vencedor do leilão...você decide. A carta deve persuadir o destinatário através do seu ponto de vista.
Quer saber o que é uma carta argumentativa. Clique aqui: http://www.brasilescola.com/redacao/carta-argumentativa.htm
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ResponderExcluirProgresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.
Algumas terras indígenas serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
A vegetação que foi retirada para a construção da usina causará danos no ciclo biológico da natureza local, uma vez que uma espécie típica do local pode vir a ser extinta pela falta de seu alimento vegetal e isso acarretará danos para toda a cadeia alimentar.
Por tudo isso, já que a usina hidrelétrica já está em construção, logo o projeto não pode vir a ser desfeito, uma vez que trará danos financeiros, faz-se necessário que sejam elaborados programas voltados à recuperação dos danos ambientais, dentre essas medidas pode ser adotada a reposição de espécie desmatada.
Aluna: Karina de Lima
Escola: E.E.M. Gustavo Barroso
Ano: 2º Turma :B
Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.
Algumas terras indígenas serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
A vegetação que foi retirada para a construção da usina causará danos no ciclo biológico da natureza local, uma vez que uma espécie típica do local pode vir a ser extinta pela falta de seu alimento vegetal e isso acarretará danos para toda a cadeia alimentar.
Por tudo isso, já que a usina hidrelétrica já está em construção, logo o projeto não pode vir a ser desfeito, uma vez que trará danos financeiros, faz-se necessário que sejam elaborados programas voltados à recuperação dos danos ambientais, dentre essas medidas pode ser adotada a reposição de espécie desmatada.
Dupla:Italo Fernando e Marcio Douglas
E.E.M. Gustavo Barroso
3° Ano B
*Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirDissertar é, por meio da organização de palavras, frases e textos, apresentar ideias, desenvolver raciocínio, analisar contextos, dados e fatos. Neste momento temos a oportunidade de discutir, argumentar e defender o que pensamos utilizando-se da fundamentação, justificação, explicação, persuasão e de provas.O texto deve ser produzido de forma a satisfazer os objetivos que o escritor se propôs a alcançar.
Há uma estrutura consagrada para a organização desse tipo de texto.
Consiste em organizar o material obtido em três partes: a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. A introdução deve apresentar de maneira clara o assunto que será tratado e delimitar as questões, referentes ao assunto, que serão abordadas.
Neste momento pode-se formular uma tese, que deverá ser discutida e provada no texto, propor uma pergunta, cuja resposta deverá constar no desenvolvimento e explicitada na conclusão.
- Conclusão: É o momento final do texto, este deverá apresentar um resumo forte de tudo o que já foi dito. A conclusão deve expor uma avaliação final do assunto discutido.
Cada uma dessas partes se relacionam umas com as outras, seja preparando-as ou retomando-as, portanto, não são isoladas.
A produção de textos dissertativos está ligada à capacidade argumentativa daquele que se dispõe a essa construção.
Dupla: Jonathan Ryan & Artênio Douglas
3- Ano ´´B`` - Gustavo Barroso
Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.
Algumas terras indígenas serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
Dupla:ELIANE E HERBESON
3-ANO B
Belo Monte é um projeto de construção de uma usina hidrelétrica previsto para ser implementado em um trecho de 100 quilômetros no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará. Sua potência instalada será de 11.233 MW, o que fará dela a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira,visto que a Usina Hidrelétrica de Itaipu está localizada na fronteira entre Brasil e Paraguai.
ResponderExcluirDe acordo com o site governamental Agência Brasil, Belo Monte será a única usina hidrelétrica do Rio Xingu. O lago da usina terá uma área de 516 km², mostrada no mapa de localização para o Google Earth. A usina também teria três casas de força, contudo, após revisão do projeto, a casa de força do sítio Bela Vista deixou de constar do projeto. Permanecem as casas de força do sítio Pimental e do sítio Belo Monte.
A previsão é que, ao entrar em operação em 2015 , a usina será a terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás apenas da chinesa Três Gargantas e da binacional Itaipu,com 11,2 mil MW de potência instalada.Seu custo é estimado hoje em R$ 19 bilhões.A energia assegurada pela usina terá a capacidade de abastecimento de uma região de 26 milhões de habitantes, com perfil de consumo elevado como a Região Metropolitana de São Paulo.
Impactos
A construção da usina tem opiniões conflitantes. As organizações sociais têm convicção de que o projeto tem graves problemas e lacunas na sua formação.
O movimento contrário à obra, encabeçado por ambientalistas e acadêmicos, defende que a construção da hidrelétrica irá provocar a alteração do regime de escoamento do rio, com redução do fluxo de água, afetando a flora e fauna locais e introduzindo diversos impactos socioeconômicos. Um estudo formado por 40 especialistas e 230 páginas defende que a usina não é viável dos pontos de vista social e ambiental.
A alteração da vazão do rio, segundo os especialistas, altera todo o ciclo ecológico da região afetada que está condicionado ao regime de secas e cheias. A obra irá gerar regimes hidrológicos distintos para o rio. A região permanentemente alagada deverá impactar na vida de árvores, cujas raízes irão apodrecer. Estas árvores são a base da dieta de muitos peixes. Além disto, muitos peixes fazem a desova no regime de cheias, portanto, estima-se que na região seca haverá a redução nas espécies de peixes, impactando na pesca como atividade econômica e de subsistência de povos indígenas e ribeirinhos da região.
O caso de Belo Monte envolve a construção de uma usina sem reservatório e que dependerá da sazonalidade das chuvas Por isso, para alguns críticos, em época de cheia a usina deverá operar com metade da capacidade, mas, em tempo de seca, a geração pode ir abaixo de mil MW, o que somado aos vários passivos sociais e ambientais coloca em xeque a viabilidade econômica do projeto.
3° Ano "B" Gustavo Barroso.
Trio: Paloma, Katia e Jayanny.
Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.
Algumas terras indígenas serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
A vegetação que foi retirada para a construção da usina causará danos no ciclo biológico da natureza local, uma vez que uma espécie típica do local pode vir a ser extinta pela falta de seu alimento vegetal e isso acarretará danos para toda a cadeia alimentar.
Por tudo isso, já que a usina hidrelétrica já está em construção, logo o projeto não pode vir a ser desfeito, uma vez que trará danos financeiros, faz-se necessário que sejam elaborados programas voltados à recuperação dos danos ambientais, dentre essas medidas pode ser adotada a reposição de espécie desmatada.
Dupla: Everardo Júnior & Rafael Oliveira
Serie: 3 ano B
Gustavo Barroso
Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.
Algumas terras indígenas serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
A vegetação que foi retirada para a construção da usina causará danos no ciclo biológico da natureza local, uma vez que uma espécie típica do local pode vir a ser extinta pela falta de seu alimento vegetal e isso acarretará danos para toda a cadeia alimentar.
Por tudo isso, já que a usina hidrelétrica já está em construção, logo o projeto não pode vir a ser desfeito, uma vez que trará danos financeiros, faz-se necessário que sejam elaborados programas voltados à recuperação dos danos ambientais, dentre essas medidas pode ser adotada a reposição de espécie desmatada.
Nome:Wermeson de Lima Uchoa
3 Ano B Gustavo Barroso
Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.Belo Monte é um projeto de construção de uma usina hidrelétrica previsto para ser implementado em um trecho de 100 quilômetros no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará. Sua potência instalada será de 11.233 MW, o que fará dela a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira,visto que a Usina Hidrelétrica de Itaipu está localizada na fronteira entre Brasil e Paraguai.
De acordo com o site governamental Agência Brasil, Belo Monte será a única usina hidrelétrica do Rio Xingu. O lago da usina terá uma área de 516 km², mostrada no mapa de localização para o Google Earth. A usina também teria três casas de força, contudo, após revisão do projeto, a casa de força do sítio Bela Vista deixou de constar do projeto. Permanecem as casas de força do sítio Pimental e do sítio Belo Monte.Algumas terras indígenas serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
A vegetação que foi retirada para a construção da usina causará danos no ciclo biológico da natureza local, uma vez que uma espécie típica do local pode vir a ser extinta pela falta de seu alimento vegetal e isso acarretará danos para toda a cadeia alimentar.
Por tudo isso, já que a usina hidrelétrica já está em construção, logo o projeto não pode vir a ser desfeito, uma vez que trará danos financeiros, faz-se necessário que sejam elaborados programas voltados à recuperação dos danos ambientais, dentre essas medidas pode ser adotada a reposição de espécie desmatada.O caso de Belo Monte envolve a construção de uma usina sem reservatório e que dependerá da sazonalidade das chuvas Por isso, para alguns críticos, em época de cheia a usina deverá operar com metade da capacidade, mas, em tempo de seca, a geração pode ir abaixo de mil MW, o que somado aos vários passivos sociais e ambientais coloca em xeque a viabilidade econômica do projeto.Dupla : Marciana e Kássia 3-ano B
Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.
Algumas terras indígenas serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
A vegetação que foi retirada para a construção da usina causará danos no ciclo biológico da natureza local, uma vez que uma espécie típica do local pode vir a ser extinta pela falta de seu alimento vegetal e isso acarretará danos para toda a cadeia alimentar.
Por tudo isso, já que a usina hidrelétrica já está em construção, logo o projeto não pode vir a ser desfeito, uma vez que trará danos financeiros, faz-se necessário que sejam elaborados programas voltados à recuperação dos danos ambientais, dentre essas medidas pode ser adotada a reposição de espécie desmatada.
dupla:geovani junior e herbesson batista
3 ano B
Gustavo Barroso
A construção da Usina de Belo Monte vem causando vários confrontos entre ambientalistas que defendem a vegetação e engenheiros e políticos que denfendem uma suposta ''melhoria''.Difícil se colocar inteiramente contra e esquecer os problemas energéticos que o nosso país enfrenta. Como também é complicado ser a favor e não pensarmos em todo impacto social e econômico que a região sofreria…
ResponderExcluirToda ação, gera uma reação. E a reação desse enorme empreendimento provoca um enorme impacto socioambiental na região. Para começar, a usina está sendo levantada na Floresta Amazônica,e não é preciso ressaltar toda a importância dela, talvez a nossa maior riqueza, fauna e flora riquíssimas… e é justamente essa fauna e flora quem mais sofreria na construção da usina… primeiro, pelo desmatamento causado… segundo, uma boa parte do lugar ficará inundado permanentemente, acabando com o habitat natural de bichos e plantas… em terceiro lugar, a usina alteraria a vazão natural do rio, o que iria afetar todo o ciclo ecológico da região.
Entretanto, o país não está conseguindo suprir a demanda da população por energia, além de estar tendo de encarar recorrentes apagões em cidades, estados e até regiões inteiras. Por isso é importante a construção da usina para que o país consiga alcançar suas metas de crescimento. A cada ano o consumo de energia aumenta. Todos falam de sustentabilidade, porém, ninguém abre mão do seu ar condicionado, do seu banho quente, do microondas, etc, para economizar…
Por tudo isso, a usina já está em construção, ficar apontando pontos negativos e apresentando protestos contra não vai adiantar, o foco é elaborar projetos para tentar reeverter os danos ambientais.
3° ano B
Larissa Da silva, Vanízia Rodrigues, Erasmo Alves.
Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.
Algumas terras indígenas serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
A vegetação que foi retirada para a construção da usina causará danos no ciclo biológico da natureza local, uma vez que uma espécie típica do local pode vir a ser extinta pela falta de seu alimento vegetal e isso acarretará danos para toda a cadeia alimentar.
Por tudo isso, já que a usina hidrelétrica já está em construção, logo o projeto não pode vir a ser desfeito, uma vez que trará danos financeiros, faz-se necessário que sejam elaborados programas voltados à recuperação dos danos ambientais, dentre essas medidas pode ser adotada a reposição de espécie desmatada.
Quinteto: Jose Anderson, Ruan Sousa, Sergio Italo, Jemmerson Patrick e Luis Giliarde.
Recentemente, toda a imprensa destacou a polêmica gerada pela construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, a terceira em capacidade de geração de energia do mundo. A construção da Usina, desde então, vem causando embates entre grupos ambientalistas e defensores dos povos indígenas e da população ribeirinha da região do Xingu, local escolhido para o erguimento da hidrelétrica. Mas impacto sócio-ambiental do projeto será de tal ordem, que populações inteiras estariam condenadas a perder a principal fonte do seu sustento: aquela proporcionada pela vazão do Rio Xingu.
ResponderExcluirEntre o tal progresso e a vida de milhares de pessoas, a contrução da Usina de Belo Monte deveria ser repensada, além de pôr em risco a fauna e a flora. Vemos que trará muitos benefícios, mas os malefícios são bem maiores,Por ser um projeto importante para o sistema elétrico brasileiro, que visa apenas o desenvolvimento econômico do país, a questão ambiental é pouco valorizada, e o meio ambiente fica desamparado.A maioria dos índios é contra a construção da usina, alegam que ela prejudicará e modificará o modo de vida de diferentes grupos indígenas. A maior preocupação dos nativos é com o transporte, que é feito por meio do Rio Xingu.
A Usina de Belo Monte beneficiará milhões de brasileiros, mas lesará outros milhares junto com o meio ambiente. O Brasil precisa de projetos que visem o desenvolvimento do país, com a devida preocupação e valorização do ambiente e dos povos nativos.
Karina Cordeiro da Silva, Jonas Souza e Vanessa Feitoza.
3º ano B -Gustavo Barroso
A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que será a terceira maior usina hidrelétrica do mundo, atrás de Três Gargantas, na CHINA, e de Itaipu, na fronteira entre BRASIL e Paraguai. Sua localização é o Rio Xingu, próximo ao município de Altamira, no norte do Pará. Quando ficar pronta, em 2015, a Usina de Belo Monte deve gerar 41,6 milhões de megawatts por ano, o suficiente para atender ao consumo de 20 milhões de pessoas durante um ano.
ResponderExcluirAs cidades de Altamira e Vitória do Xingu terão grandes áreas inundadas, o que pode prejudicar os agricultores locais e a população ribeirinha. Por outro lado, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos. As terras indígenas de Paquiçamba e Arara da Volta GRANDE do Xingu serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e TRANSPORTE. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
Em cima no que foi dito, a usina do belo monte trará sim malefícios para as pessoas que moram na redondeza mais essas pessoas logo serão beneficiadas ,pois com a construção da usina belo monte trará lucros e benefícios para todos, cuja usina trará muitos empregos e também ela será uma construção que trará bastantes recursos para o Brasil . Entre outros aspectos conta-se que ela será a renovação da energia do Brasil.
Aluna : Paula Gerlania
Turma:2°ano(B)
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ResponderExcluirExcelentíssima Senhora Presidenta Dilma Rousseff
ResponderExcluirEscrevo-lhe para manifestar meu apoio à construção da usina Belo Monte, acredito que um país que almeja crescer notórios 6% ao ano não pode dar-se ao luxo de sofrer com os temíveis apagões, fato que aconteceu recentemente neste país.
Com o já citado crescimento de 6% ao ano pode-se prever que a demanda de energia para empresas, indústrias e a própria população aumente expressivamente. A falta de uma usina do porte de Belo Monte pode prejudicar a economia do país nos deixando em um nível inferior de desenvolvimento do qual poderíamos estar.
Além disso, senhor Presidente, ainda temos os benefícios ecológicos, observando que as hidrelétricas são uma das formas de obtenção tradicional de energia que menos prejudicam o meio-ambiente, uma vez que na queima do carvão as termelétricas liberam uma quantidade expressiva de gases nocivos para a atmosfera e as usinas nucleares apresentam constante risco de acidentes..
Em vista dos benefícios para a Nação não há porquê não construir essa usina, mas chamo sua atenção senhor Presidente para o remanejamento das populações ribeirinhas e indígenas que vivem no local, sendo dever do Estado prover um novo lugar para essas pessoas, com conforto, higiene e condições adequadas de habitação.
Reafirmo minha posição favorável à construção de Belo Monte, e certo de sua disposição para com o desenvolvimento do país e para com os povos que neste solo vivem, aguardo suas decisões.
Anne Karoline
2° ano "B" Gustavo Barroso
Jaguaribe, Ceará – Brasil.
ResponderExcluirPrezado Greenpeace,
Nos últimos dias nas minhas aulas de geografia nós abordamos fervorosamente a questão da construção da usina hidroelétrica de Belo Monte na Bacia Hidrográfica do Rio Xingu, Pará – Brasil. Creio que uma organização fundamentada na preservação ambiental e no desenvolvimento econômico de elevado porte internacional como esta saiba de tal, e também de seus prejuízos ambientais e socioeconômicos, como o alagamento de mais de 640Km2 da área da Floresta Amazônica, desaparecimento de cerca de dez espécies de peixes únicos e endêmicos no ecossistema mundial, a retirada de toda uma população ribeirinha e de uma cultura e sobrevivência econômica de um povo. Quero dirigir esta carta em troca de um apoio e aumento de uma luta abrangente acerca da construção, eu sou apenas um em um globo, como no ditado popular brasileiro “uma andorinha só não faz verão”, mas juntos, em cadeia poderemos mudar o roteiro, que é quase certo, de nossa “casa”, a Terra. Olhei primeiro para o “pulmão” e vi uma grande “mancha” em seu leito, a construção irá potencializar uma catástrofe mundial que certamente é o desmatamento na Amazônia, eu não vejo de um só “lado da moeda”, vejo a grande necessidade em fontes elétricas, entretanto que elas não venham junto com o impiedoso desastre natural, novas e melhores fontes devem ser aplicadas ao lado de um grande incentivo da população e dos governos por sua melhora e aplicabilidade, como as fontes eólica e solar. Venho por meio da carta oferecer meu apoio e incentivo em suas ações em todo o mundo e principalmente na Amazônia, quero lhes parabenizar pelas ações como o “desencaixe da Lego”, que ocorreu recentemente, e por fim pedir um grande favor que será o remanejamento da produção elétrica de Belo Monte por fontes mais sustentáveis e quem vai lhes pagar esse favor vai ser o futuro, termos um futuro.
Atenciosamente, Samuel Átila Rodrigues Nogueira.
ALUNO: Samuel Átila Rodrigues Nogueira.
SÉRIE: 2º ANO "B"
GUSTAVO BARROSO
ATENÇÃO:
ResponderExcluirFlávio, ao você olhar as redações notará que há varias copias da 1ª(que no caso é a minha), peço que não desconte "um décimo" da minha nota pois eu criei a minha redação, diferente dos outros que a copiaram.
Atenciosamente,
Karina de Lima
A Usina Hidrelétrica de Belo Monte é uma central hidrelétrica que está sendo construída no Rio Xingu, no estado brasileiro do Pará, nas proximidades da cidade de Altamira.
ResponderExcluirSua potência instalada será de 11.233 MW; mas, por operar com reservatório muito reduzido, deverá produzir efetivamente cerca de 4.500 MW (39,5 TWh por ano) em média ao longo do ano, o que representa aproximadamente 10% do consumo nacional (388 TWh em 2009).5 Em potência instalada, a usina de Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás apenas da chinesa Três Gargantas (20.300 MW) e da brasileira e paraguaia Itaipu (14.000 MW), e será a maior usina hidrelétrica inteiramente brasileira.O projeto prevê a construção de uma barragem principal no Rio Xingu, localizada a 40 km abaixo da cidade de Altamira, no Sítio Pimental, formando o Reservatório do Xingu. A partir deste reservatório, parte da água será desviada por um canal de derivação de 20 km de comprimento para um Reservatório Intermediário, localizado a aproximadamente 50 km de Altamira na região cercada pela Volta Grande do Xingu. (O projeto originalmente previa dois canais de derivação, mas foi alterado para um canal apenas em 2009.11 ) Este reservatório será criado fechando os escoadouros da região por 27 diques menores.1 A área total dos reservatórios será de 516 km², dividida entre os municípios de Vitória do Xingu (248 km²), Brasil Novo (0,5 km²) e Altamira (267 km²). A área a ser alagada é apenas parte desse total, pois este inclui a calha atual do Rio Xingu.
O sate foi o google wikipedia
Excluircontinuação da redação ;A usina terá duas casas de força. A casa de força principal será construída no Sítio Belo Monte, pouco a montante da vila de mesmo nome. Ela terá 11 turbinas hidráulicas tipo Francis com potência instalada total de 11 mil MW e vazão total de 13.950 m³/s.1 Embora a barragem principal tenha apenas 35 m de altura, o declive natural do rio no trecho de vazão reduzida faz com que a queda líquida (o desnível total da água entre os reservatórios e a saída das turbinas) seja de 87 m.12 A casa de força complementar será construída junto à barragem principal, e terá seis turbinas de tipo bulbo com potência total instalada de 233,1 MW, queda líquida de 11,4 m e vazão total turbinada de 2268 m³/s.1
ResponderExcluirA questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
ResponderExcluirEm cima no que foi dito, a usina do belo monte trará sim malefícios para as pessoas que moram na redondeza mais essas pessoas logo serão beneficiadas ,pois com a construção da usina belo monte trará lucros e benefícios para todos, cuja usina trará muitos empregos e também ela será uma construção que trará bastantes recursos para o Brasil . Entre outros aspectos conta-se que ela será a renovação da energia do Brasil. aluna alcilane 2 b
Durante décadas se foi discutido o assunto de Belo Monte. Ocasionando conflitos diretamentes com os índios, que habitam ao redor do rio Xingu. Tal repercussão, atingiu
ResponderExcluiro mundo, tendo críticas de Organizações internacionais e nacionais, não querendo a criação da hidrelétrica.
O professor do Oficina do Estudante destaca também que o tema pode ser cobrado de forma interdisciplinar e até mesmo de forma específica em questões de outras disciplinas que não geografia. Na biologia, por exemplo, a construção da usina pode ser relacionada à preocupação com a flora e a fauna local, à mudança do comportamento da vida aquática devido ao represamento e a questões ligadas à reprodução de peixes. Nas provas de física podem aparecer questões de energia potencial, pressão, transformação de energia mecânica em energia elétrica. “Até mesmo a matemática pode ter relação com a construção da usina, trazendo problemas de área, volume e vazão”.As terras indígenas de Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.A discussão irá perdurar por muito tempo. É preciso reaver as decisões tomadas, e não somente construir a usina sem ter uma atitude mais viabilizada para todos a quem interessa, existem outras fontes de energias renováveis como a eólica e solar, podendo ter investimentos nesses setores, poque não adianta a energia ser "limpa" e sujar a amazônia. aluno:geovane lima de andrade n:12
Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.
MARIA ROSEANE 2B
Diante das discussões sobre a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte no rio Xingu, no Pará, que vai alagar uma grande área da região Amazônica e afetar a vida da população ribeirinha, o empreendedor Ricardo Gravina, 32, enxergou uma oportunidade de negócio para o turismo.
ResponderExcluirSócio-fundador da agência de viagens Aoka, ele criou um roteiro de viagem para a região onde é construída a usina. Lá, além de apreciar as paisagens locais, os turistas irão conhecer áreas que serão afetadas pela obra, ver de perto como é a vida da população ribeirinha e ter contato com lideranças indígenas.
Com a experiência, os visitantes irão conhecer a opinião dos moradores sobre os efeitos da construção da usina na região. A estratégia não visa o retorno financeiro imediato, segundo Gravina, mas busca tornar o nome da empresa mais conhecido no mercado de turismo ecológico.
O pacote em si não gera muito lucro. A ideia é trazer um benefício para a marca e ter uma exposição maior do que teríamos com outros projetos”, diz. Segundo Gravina, a jornada acontecerá em data única no mês de julho, mas dependendo da demanda e aceitação do público, outras viagens poderão ser incluídas no calendário da empresa.
E.E.M-Gustavo Barroso
Nome-Mateus Uchoa
SÉRIE: 2º ANO "B"
ALUNO: Geovane Lima ANdrade
ResponderExcluirANO 2º B
Durante décadas se foi discutido o assunto de Belo Monte. Ocasionando conflitos diretamentes com os índios, que habitam ao redor do rio Xingu. Tal repercussão, atingiu o mundo, tendo críticas de Organizações internacionais e nacionais, não querendo a criação da hidrelétrica.
A construção da usina pode ser relacionada à preocupação com a flora e a fauna local, à mudança do comportamento da vida aquática devido ao represamento e a questões ligadas à reprodução de peixes. Nas provas de física podem aparecer questões de energia potencial, pressão, transformação de energia mecânica em energia elétrica.
As terras indígenas de Paquiçamba e Arara da Volta Grande do Xingu serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e transporte.
A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.A discussão irá perdurar por muito tempo.
É preciso reaver as decisões tomadas, e não somente construir a usina sem ter uma atitude mais viabilizada para todos a quem interessa, existem outras fontes de energias renováveis como a eólica e solar, podendo ter investimentos nesses setores, poque não adianta a energia ser "limpa" e sujar a amazônia
Progresso econômico: retrocesso ambiental.
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
A hidrelétrica inundará as cidades de Altamira e Vitória do Xingu, prejudicando os agricultores locais e a população ribeirinha. Porém, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos, mas esses podem vir a causar o inchaço na região e consequentemente trará prejuízos à fauna local.É preciso reaver as decisões tomadas, e não somente construir a usina sem ter uma atitude mais viabilizada para todos a quem interessa, existem outras fontes de energias renováveis como a eólica e solar, podendo ter investimentos nesses setores, poque não adianta a energia ser "limpa" e sujar a amazonia aluna marciana alves 2 ano b
http://www.mundoeducacao.com/geografia/usina-belo-monte.htmAs Características do Projeto
ResponderExcluirA Usina de Belo Monte está sendo construída ao longo do leito do Rio Xingu, na região norte do país, próxima à cidade de Altamira (PA) e custará cerca de R$ 25 Bilhões. Sua construção envolve a elaboração de três sítios: Belo Monte, Bela Vista e Pimental. No sítio Pimental, serão implantados o vertedouro e o barramento, no sítio Belo Monte ficará a Casa de Força Principal e, no sítio Bela Vista, será instalado um vertedouro complementar.
A projeção da geração de energia máxima é de 11.233 megawatts (MW), entretanto, a produção da usina irá variar ao longo do ano, conforme as oscilações do nível das águas do Rio Xingu, de forma que a produção mínima não deve passar dos 4.751MW. O canal de derivação da usina (o curso d’água formado para levar água do vertedouro para a casa de força principal) será de 130 m de largura, 20 km de extensão e 27 m de profundidade.
A previsão do início da produção de energia é para fevereiro de 2015 e apenas 3,2% da energia produzida será destinada ao Pará, o restante será ofertado para o resto do país, principalmente para indústrias produtoras de alumínio.
Críticas e protestos contra a construção da usina
A polêmica gerada em torno da construção da usina reside nos impactos ambientais por ela causados, bem como o fato de as barragens e as construções afetarem diretamente a morada de grupos indígenas e populações ribeirinhas.
Diversos grupos ambientalistas alertam para os impactos causados pela construção da hidrelétrica no vale do Xingu. Cerca de 100 km do trecho do rio terão sua vazão reduzida e poderão até secar. Outra preocupação é com relação à manutenção das florestas, visto que parte delas está sendo destruída durante as obras, outra parte será inundada pela barragem e, com a chegada de imigrantes e trabalhadores para a obra, mais devastação poderá acontecer. Além disso, as comunidades alertam que os impactos ambientais da obra não foram totalmente estudados e esclarecidos.
Comunidades tradicionais, também preocupadas com o meio ambiente, terão suas vidas profundamente alteradas na região. Parte da barragem no sítio Pimental impedirá a navegação de populações ribeirinhas e de índios, além de contribuir para a formação de pequenos lagos com água parada, que poderão contribuir para a difusão de doenças, como a Malária.
Parte dessa população deverá ser remanejada de suas áreas de ocupação original, o que não é aceito por ela, uma vez que a região onde se encontra guarda os seus recursos, a sua história e as suas tradições culturais.
Para somar a essas críticas, grupos ambientalistas, como o Greenpeace, argumentam contra a necessidade da construção da usina, haja vista que ela não deverá atingir a capacidade máxima de produção prevista pelo governo e não gerará energia que justifique seu investimento.
Carla vanessa e Taislania 2° ano B 16/12/14
Progresso economico:retrocesso ambiental
ResponderExcluirAtualmente questões ambientais vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, a qual se mostra como uma “faca de dois gumes”, onde ambientalistas defendem a vegetação e engenheiros e políticos defendem um suposto “progresso”.
De acordo com o site governamental Agência Brasil, Belo Monte será a única usina hidrelétrica do Rio Xingu. O lago da usina terá uma área de 516 km², mostrada no mapa de localização para o Google Earth. A usina também teria três casas de força, contudo, após revisão do projeto, a casa de força do sítio Bela Vista deixou de constar do projeto. Permanecem as casas de força do sítio Pimental e do sítio Belo Monte.
Por tudo isso, a usina já está em construção, ficar apontando pontos negativos e apresentando protestos contra não vai adiantar, o foco é elaborar projetos para tentar reeverter os danos ambientais.
Aluna:Brena Morais e Alany Sheyla
Escola:Gustavo Barroso
2 ano B
GEOGRAFIA EM FOCO: A Polêmica da Usina de Belo Monte
ResponderExcluirA polêmica em torno da construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte não é recente, como possa parecer para alguns. Durante períodos de governos distintos, o tema veio à tona e provocou mobilizações e manifestações públicas de povos indígenas, ribeirinhos, ambientalistas, entre outros.
Sendo construída no trecho da bacia, conhecido como Volta Grande do Rio Xingu (Pará), a Usina de Belo Monte será a terceira maior do mundo, em capacidade instalada, sendo superada apenas pelas hidrelétricas de Três Gargantas (China) e a de Itaipu (binacional), localizada na fronteira do Brasil com o Paraguai.
De acordo com o Governo Federal, 2015 é o ano previsto para a usina entrar em funcionamento.
Contudo, três pontos ainda aparecem obscuros na opinião dos especialistas da área. As incertezas recaem quanto aos custos das obras, aos níveis de impacto ambiental e, sobretudo, a sua capacidade de geração de energia.
Bom, o início de tudo começou na década de 70 do século XX, quando as Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A (Eletronorte), recém-criada em 1973, iniciaram os Estudos de Inventário Hidrelétrico da Bacia Hidrográfica do Rio Xingu, com mapeamento de toda a sua bacia e o levantamento dos pontos mais adequados para a construção de barragens.
Em 1980, com a conclusão dos estudos e das prospecções realizadas, o relatório apresentado conjeturava a construção de seis usinas hidrelétricas. Entre estas usinas, constava a de Belo Monte, que originalmente fora denominada Kararaô.
A construção destas usinas, que iriam constituir o chamado Complexo Hidrelétrico do Xingu, provocaria o alagamento de mais de 18 mil Km², atingindo 12 Terras Indígenas (TIs), além de grupos isolados da região.
No mesmo ano, a Eletronorte iniciou os estudos de viabilidade técnica e econômica do chamado Complexo Hidrelétrico de Altamira (Pará), que abrangia as Usinas de Babaquara (6,6 mil MW) e Kararaô (11 mil MW). Tais estudos indicavam Kararaô (atual Belo Monte) como a melhor opção para iniciar a integração das usinas do Complexo Hidrelétrico do Xingu ao Sistema Interligado Brasileiro.
Dupla:Geonnes Silva Batista e Edson Jean
Escola: Gustavo Barroso
ALUNO: Maria Alves da Silva.
ResponderExcluirSÉRIE: 2º ANO "B"
GUSTAVO BARROSO
Querida Dilma,
Eu como cidadã legal que exaltar Vossa Senhoria, sabendo de suas competências como predisencia de legislar sobre todo o território do Brasil, eu apoio a construção da Usina de Belo Monte como um meio para alavancar a produção de energia a nível local e nacional, embaso-me em fotores como;
Para igualar a produção de Belo Monte, seriam necessários 19 termelétricas, 17 usinas nucleares iguais a Angra II, 3 700 torres de energia eólica ou 49,9 milhões de placas de energia solar.
O Brasil precisa de mais energia. A demanda no país, segundo a Agência Internacional de Energia, deve crescer 2,2% ao ano entre 2009 e 2035. Mais do que a média mundial, de 1,3%, e até do que a China, de 2%. O Crescimento de consumo de energia elétrica em 2010 foi 7,8%, neste ritmo, o Brasil precisaria dobrar sua capacidade de geração de energia a cada 12 anos.
Serão criados 40 MIL empregos diretos e indiretos. Os investimentos do governo em saúde, educação e infraestrutura chegarão a R$ 4 bilhões isso dá 7 vezes o PIB de Altamira.
A área alagada de 640 km2 é pequena. Tucuruí ocupa 2 850 km2 e Itaipu ocupa 1 350 km2. Também criticam o fato de que a usina vai operar a 42% de sua capacidade, em média. Mas é o normal, por causa das estiagens. E mais eficiente do que lá fora: a Espanha opera com 21% e a França opera com 35% da capacidade.
Por tudo isso presidenta, eu lhe apio na contrução e quero que possa garantir ser término.
Atenciosamente, Maria Alves da Silva.
Durante décadas se foi discutido o assunto de Belo Monte. Ocasionando conflitos diretamentes com os índios, que habitam ao redor do rio Xingu,vêm obtendo destaque e principalmente quando nessas envolve o desmatamento para a construção de algo que poderia ser repensado, esse é o caso da construção da usina hidrelétrica de Belo Monte.
ResponderExcluirA construção da usina pode ser relacionada à preocupação com a flora e a fauna local, à mudança do comportamento da vida aquática devido ao represamento e a questões ligadas à reprodução de peixes.
Outra preocupação é com relação à manutenção das florestas, visto que parte delas está sendo destruída durante as obras, outra parte será inundada pela barragem e, com a chegada de imigrantes e trabalhadores para a obra, mais devastação poderá acontecer.
Comunidades tradicionais, também preocupadas com o meio ambiente, terão suas vidas profundamente alteradas na região. Parte da barragem no sítio Pimental impedirá a navegação de populações ribeirinhas e de índios, além de contribuir para a formação de pequenos lagos com água parada
Por tudo isso, usina já está em construção e não se pode desfazer o projeto, logo deve ser realizado projetos que supram o desmatamento da região, tipo politicas de reposição da espécie desmatada.
Desde seu início, o projeto de Belo Monte encontrou forte oposição de ambientalistas brasileiros e internacionais, de algumas comunidades indígenas locais e de membros da Igreja Católica. Essa pressão levou a sucessivas reduções do escopo do projeto, que originalmente previa outras barragens rio acima e uma área alagada total muito maior. Em 2008, o CNPE decidiu que Belo Monte será a única usina hidrelétrica do Rio Xingu.O projeto prevê a construção de uma barragem principal no Rio Xingu, localizada a 40 km abaixo da cidade de Altamira, no Sítio Pimental, formando o Reservatório do Xingu. A partir deste reservatório, parte da água será desviada por um canal de derivação de 20 km de comprimento para um Reservatório Intermediário, localizado a aproximadamente 50 km de Altamira na região cercada pela Volta Grande do Xingu. (O projeto originalmente previa dois canais de derivação, mas foi alterado para um canal apenas em 2009.11 ) Este reservatório será criado fechando os escoadouros da região por 27 diques menores. A área total dos reservatórios será de 516 km², dividida entre os municípios de Vitória do Xingu (248 km²), Brasil Novo (0,5 km²) e Altamira (267 km²). A área a ser alagada é apenas parte desse total, pois este inclui a calha atual do Rio Xingu.O vertedouro principal ficará na barragem do sítio Pimental; terá 20 comportas de 20 m × 22,3 m, com vazão máxima total de 62.000 m³/s.1 Nesse local está prevista também uma escada para peixes para permitir a piracema.(O projeto original previa um vertedouro complementar no Sítio Bela Vista, entre o Reservatório Intermediário e o Xingu, que foi eliminado em 2009.11 )
ResponderExcluir2º B - Gustavo Barroso
A construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que será a terceira maior usina hidrelétrica do mundo, atrás de Três Gargantas, na CHINA, e de Itaipu, na fronteira entre BRASIL e Paraguai. Sua localização é o Rio Xingu, próximo ao município de Altamira, no norte do Pará. Quando ficar pronta, em 2015, a Usina de Belo Monte deve gerar 41,6 milhões de megawatts por ano, o suficiente para atender ao consumo de 20 milhões de pessoas durante um ano.
ResponderExcluirAs cidades de Altamira e Vitória do Xingu terão grandes áreas inundadas, o que pode prejudicar os agricultores locais e a população ribeirinha. Por outro lado, a construção da usina pode ajudar no desenvolvimento econômico da região, com a criação de empregos. As terras indígenas de Paquiçamba e Arara da Volta GRANDE do Xingu serão afetadas pela diminuição da vazão do rio, causando prejuízos para uma população que depende do rio para pesca, plantação e TRANSPORTE. A questão das terras indígenas e o impacto ambiental são as principais polêmicas que envolvem a construção da usina.
Em cima no que foi dito, a usina do belo monte trará sim malefícios para as pessoas que moram na redondeza mais essas pessoas logo serão beneficiadas ,pois com a construção da usina belo monte trará lucros e benefícios para todos, cuja usina trará muitos empregos e também ela será uma construção que trará bastantes recursos para o Brasil . Entre outros aspectos conta-se que ela será a renovação da energia do Brasil.
A construção da barragem Belo Monte foi criada no intuito de fortalecer a economia do país, uma vez que será a terceira maior do mundo, mas isso trouce muitas consequências ambientais.
ResponderExcluirAs consequências serão o desmatamento e também a estancio de muitas espécies nativas da região, uma cadeia ecológica que será perdida e com certeza custará muito para que haja a reconstituinte dessas espécies, embora haja uma batalha relevante entre a população ribeirinha e índios que são totalmente contra essa decisão por isso muitas vezes saem em manifesto pelas as ruas e parlamentos, afim de mudar essa história, e ter de volta o que é seu por direito, mas infelizmente não é bem assim as obras da barragem já passam da metade e provavelmente chegará logo ao fim, ficará a dúvida de como será o futuro ,não só para índios e ribeirinhos ,mas também o nosso, como ficara nossa riqueza ecológica? bem só nos resta esperar, em quando isso acontecer eu já posso estar morto, e talvez venha prejudicar nossos filhos e netos.
Essa construção não deveria acontecer pois haverá desmatamentos o que será bastante prejudicial para a população, animais entraram em extinção então essa não é uma opção viável.
Dupla: Évula e Reinaldo
Escola: Gustavo Barroso
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ResponderExcluirNas últimas décadas vêm ocorrendo discussões acerca da Usina de Belo Monte no Pará, que, assim como qualquer outro projeto, tem suas vantagens e desvantagens, porém, com o crescimento do país, este se mostra mais vantajoso.
ResponderExcluirNão há como negar que a usina trará malefícios como áreas desmatadas, habitantes que terão de ser realocados, mas para um país em crescimento, como o Brasil, essa usina tem enorme importância, pois não há como crescer sem energia para suprir a necessidade do país e o Brasil precisa de mais energia, já que, segundo a Agência Internacional de Energia, a demanda no país deve crescer 2,2% ao ano entre 2009 e 2035.
Além disso, serão criados cerca de 40 mil empregos, diretos e indiretos, os investimentos do governo em educação, saúde e infraestrutura serão bem maiores, as cidades próximas à usina enriquecerão e o custo de 1 MWh da energia de Belo Monte será bastante inferior ao de uma usina de energia eólica ou de uma usina de energia solar. Apesar de a usina operar a 42% de sua capacidade, em média, ainda é mais eficiente do que lá fora, onde a média da capacidade de operação na França, por exemplo, é de 35%.
Por tudo isso, a continuidade da obra é indiscutível, porém como temos que pensar, também, no meio ambiente, políticas para a preservação da área devem ser postas em prática imediatamente para, assim, o país crescer e não agredir tanto a Floresta Amazônica, local onde a Usina de Belo Monte está localizada.
Aluna: Lara Fabrícia Diniz Campos
2º ano "B"- Gustavo Barroso
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